Ferritina / Laboratório Santa Maria - (44) 3522-1144

EXAMES

Ferritina

Amostra: Soro

Jejum não necessário.

Uso: diagnóstico e avaliação de anemias ferroprivas; diagnóstico e avaliação de hemocromatoses; marcador de fase aguda. Em condições normais, cerca de 20% do ferro corporal está reversivelmente ligado a ferritina, em uma forma de estoque intracelular de ferro. O restante se encontra livre ou ligado a hemoglobina, mioglobina, transferrina ou enzimas. A ferritina apresenta um PM de 450 kD e está localizada em vários tecidos como fígado, baço, medula óssea e intestino. Uma única molécula de ferritina pode abrigar até 4000 átomos de ferro, por conexão com resíduos hidroxifosfato. A molécula não ligada ao ferro é conhecida como apoferritina. Em casos de necessidade de ferro, este pode ser prontamente disponibilizado da ferritina para uso metabólico. A molécula pode ser encontrada intracelularmente e na corrente sanguínea, sendo um excelente parâmetro para avaliar os estoques de ferro. A determinação da ferritina é um importante parâmetro para o diagnóstico e acompanhamento terapêutico de processos ferroprivos. Um balanço negativo do ferro (menor oferta do que consumo) diminui os valores da ferritina sérica. Valores inferiores a 12,0 ng/mL são associados a estados clínicos de deficiência de ferro. Durante a terapia de reposição de ferro, os valores indicam o sucesso terapêutico. A determinação é indicada para grupos de risco como doadores de sangue, gestantes, hemodialisados e crianças. Pacientes anêmicos não ferroprivos tratados empiricamente com ferro ou pacientes geneticamente predispostos podem desenvolver processos de hemocromatose ou siderose secundária, com valores muito elevados. Pacientes em vigência de processo inflamatório (sobretudo crônico) podem apresentar valores elevados (a ferritina funciona como proteína de fase aguda, aumentando em níveis). Doença hepática aguda também pode estar associada a níveis extremamente elevados de ferritina, assim como uso de substâncias tóxicas ao fígado. As mutações genéticas no gene da hemocromatose (HFE) compõem a causa genética mais comum de níveis de ferritina elevados e são geralmente vistos em pacientes caucasianos com ancestrais do norte da Europa. O paciente típico com hemocromatose carrega duas cópias da mutação C282Y do gene HFE. Sobrecarga de ferro leve tem sido demonstrado na minoria dos pacientes com outros genótipos, como homozigotos H63D ou heterozigotos compostos (C282Y / H63D) Uma grande percentagem da população em geral tem um nível de ferritina sérica entre 200 e 1.000 ng / mL. Segundo alguns estudos recentes, 90% das causas da ferritina elevada são explicadas pelo consumo regular de álcool, a epidemia de obesidade, sindrome metabólico, diabetes, câncer, infecções e estados inflamatórios. No entanto, a causa da maioria das pequenas elevações nos níveis de ferritina não foi claramente estabelecida. 

LOCALIZAÇÃO

Av. Bento Munhos da Rocha Neto, 430 | Centro
CEP: 86.370-000
Goioerê-PR

FALE CONOSCO

(44)3522-1144
contato@laboratoriostamaria.com.br
Dra. Karina M. Otani
Desenvolvido por Guia Goioere